Honoring Moms and Dads

In the states, Mother’s Day was just observed, and Father’s Day is coming up in June. What do you and your church do to bring special focus to moms and dads on these holidays? How much emphasis do you place on them in your messages, and are there any specific things your church does (or has done) that has been particularly notable?

He’s Just a Carpenter by Lisa Cooke

Jesus was from Nazareth, and the Bible tells us He returned to His hometown after healing the woman with the issue of blood and the daughter of Jairus. These were two wonderful manifestations of God’s will through Jesus’ ministry, and it is likely that Jairus and the woman came to Jesus because of the many reports of healings they had heard. Jesus was known throughout the countryside as a healer. … read more

Your Personal Energy Management

How do you manage your energy level on a weekly basis? For example, what is your energy normally like on Mondays, and how do you plan accordingly? Are there things you strategically do to best manage your energy throughout the week? Are there things you try to do on certain days of the week to use your energy most effectively?

Laborers Together

If we are not careful, we will fail to realize how much our own labors (and whatever results might occur) are actually undergirded and enhanced by the labors of others who have gone before us. I don’t want to be that person “who was born on third base and thinks he hit a triple.” We have all benefitted from and built upon the labors of others. I remember one time preaching in a service and giving an altar call. A handful of people responded and I had the privilege of praying with them as they placed their faith in the Lord Jesus Christ. … read more

O Treinamento de Líderes é Bíblico?

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O Treinamento de Líderes é Bíblico?
Tony Cooke

Is Leadership Teaching Scriptural?Recentemente, vi uma postagem compartilhada por diversas pessoas em uma rede social. Parecia que tal postagem questionava a validade do treinamento de líderes no contexto pastoral/ cristão. Ali, era apresentada a ideia de que o termo servo aparece mais vezes na Bíblia do que o termo líder. A mensagem era exatamente essa:

Líder é mencionado apenas seis vezes na Bíblia (versão King James). Servo é mencionado 900 vezes! Por que, então, temos tantas conferências de líderes?

Deveria, portanto, uma pessoa deduzir que ensinamentos sobre liderança são de alguma forma sem tanta importância ou até antibíblicos? Como alguém que ensina a respeito de princípios de liderança a pastores e a membros de igrejas com certa frequência, tal frase certamente me fez pensar, e quero compartilhar alguns pensamentos aqui.

Em primeiro lugar, pode ser um tanto enganoso apresentar uma ideia simplesmente baseada na quantidade de vezes que uma palavra aparece na Bíblia. Tal postagem indica que a palavra líder aparece somente seis vezes na Bíblia. A inferência assumida é que, pelo infrequente uso da palavra, liderança (ou treinamento de líderes) pode não ser tão importante assim.

No entanto, o pouco uso da palavra líder(es), conforme citado, somente é correto na versão King James. Na versão King James Atualizada, o termo líder(es) é utilizado 116 vezes. Quando checamos em outras versões, os termos líder(es) e liderança são usados diversas vezes. Um grande salto de apenas seis vezes!

Mesmo assim, é vital perceber que a importância de um conceito não é necessariamente determinada pela frequência que tal termo aparece. Por exemplo, você sabe quantas vezes a palavra Trindade aparece na Bíblia? A resposta correta é zero; a palavra Trindade não aparece na Bíblia. Isso significa que a Trindade é, portanto, sem importância? Absolutamente não! O conceito de Trindade engloba uma miríade de referências ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo ao longo do Novo Testamento. Devemos concluir que a natureza trina de Deus não é importante pelo fato da palavra Trindade não aparecer na Bíblia?

Levando tal ilustração a um nível absurdo, alguém poderia dizer:

A palavra Trindade nunca aparece na Bíblia.
Satanás, demônios e espíritos malignos são mencionados em terno de 185 vezes (versão King James)!
Por que temos tantos ensinamentos a respeito de Deus?

Claramente, tal afirmação é ridícula, mas esse é o mesmo tipo de lógica refletida na analogia liderança/servo feita acima.

Outro fator importante é que há outros termos no Novo Testamento que se referem ao conceito de liderança para além do termo “líder”. Por exemplo, superintendente, pastor, ancião e bispo também possuem relevância para o exercício da liderança da igreja. Em 1 Coríntios 12:28, Paulo se refere a administração (King James Atualizada) e governo (versão King James). Da mesma forma, o Antigo Testamento se refere diversas vezes a pessoas em posições de liderança sem necessariamente usar o termo “líder”. Nesses casos, palavras como rei, governante, príncipe, pastor, juiz, capitão e ancião são utilizadas no lugar.

Além disso, creio que pessoas frequentemente esquecem verdades bíblicas importantes pelo fato de olharem pela perspectiva do “ou” ao invés do ponto de vista do “e”. Em outras palavras, em nenhum lugar Deus diz, “Escolha hoje o que haveis de ter – uma atitude de servidão OU melhores habilidades de liderança”. Tais conceitos não são mutuamente excludentes; eles devem trabalhar lado a lado. Todo líder espiritual deve operar com um coração de servo. Absolutamente! Servidão e liderança não são mutuamente excludentes da mesma forma que Jesus é o Cordeiro E o Leão da Tribo de Judá.

Com frequência, é dito que “o trabalho ministerial envolve pessoas”, e isso é bem verdade. Além de líderes seniores, todo aquele que gerencia, supervisiona ou influencia pessoas pode se beneficiar com o aumento ou com o aprimoramento de suas habilidades de liderança. Quer chamemos de diretores, chefes de departamento, coordenadores ou supervisores, muitas pessoas tipicamente liderarão melhor se forem submetidas a um treinamento e a instruções de qualidade.

A realidade é que a Bíblia é repleta de regras e de princípios para uma liderança guiada por Deus. Aqueles que foram selecionados para auxiliar Moisés na liderança do povo de Israel deveriam ser “homens de capacidade, tementes a Deus, homens verazes, que aborreçam a avareza” (Êxodos 18:21). Se tais características são necessárias para líderes, não é razoável crer que Moisés provavelmente ensinou a respeito de tais traços de caráter?

Moisés e o Treinamento de Lideres

Muito antes de Israel ter um rei, instruções para tal cargo já haviam sido dadas. Em Deuteronômios 17:14-20, Moisés declara:

“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, e a possuíres e, nela habitando, disseres: Porei sobre mim um rei, e como o fazem todas as nações que estão em redor de mim; porás certamente sobre ti como rei aquele que o Senhor teu Deus escolher. Porás um dentre teus irmãos como rei sobre ti; não poderás pô sobre ti um estrangeiro, homem que não seja de teus irmãos. Ele, porém, não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o Senhor vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho. Tampouco multiplicará para si mulheres, para que o seu coração não se desvie; nem multiplicará muito para si a prata e o ouro. Será também que, quando se assentar sobre o trono do seu reino, escreverá para si, num livro, uma cópia desta lei, do exemplar que está diante dos levitas sacerdotes. E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus, e a guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, a fim de os cumprir; para que seu coração não se exalte sobre seus irmãos, e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; a fim de que prolongue os seus dias no seu reino, ele e seus filhos, no meio de Israel”.

Moisés forneceu instruções divinas a respeito do que líderes (reis) não deveriam fazer, assim como o que eles deveriam fazer. Tudo isso soa como um treinamento de líderes para mim.

Conforme nos movemos ao longo das Escrituras, as palavras finais de Davi na Terra incluem a seguinte admoestação (2 Samuel 23:3). Tai palavras são muito instrutivas quanto à natureza de uma liderança guiada por Deus.

Falou o Deus de Israel, a Rocha de Israel me disse:“Quando um justo governa sobre os homens, quando governa no temor de Deus”.

Jesus e o Treinamento de Líderes

Quando Jesus entra em cena, Ele aponta apóstolos que serão testemunhas da Sua ressurreição, e inevitavelmente, responsabilidades de liderança virão sobre eles. Vemos Jesus os preparando para suas atribuições, enfatizando os valores e princípios divinos que deveriam ser implementados conforme eles seguissem seus chamados. Jesus frequentemente corrigia Seus discípulos quando suas atitudes e ações não representavam a Ele ou ao Pai propriamente.

Talvez, o melhor exemplo sobre como Jesus ensinou Seus discípulos a liderar propriamente seja encontrado em Mateus 20:25-28:

“Sabeis que os governadores dos gentios os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles. Não será assim entre vós; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo; assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos”.

Jesus, aqui, não está descartando todos os conceitos de liderança; ao contrário, Ele está destacando algumas virtudes – como a servidão, uma mentalidade sacrificial e uma natureza generosa – que refletem a natureza de Deus na liderança de pessoas, e Ele está rejeitando abordagens carnais.

Paulo e o Treinamento de Lideres

Conforme estudamos mais a fundo o Novo Testamento, vemos Paulo conduzindo um treinamento de líderes perto de Mileto com anciãos da igreja de Éfeso. Eu encorajo você a ler (com atenção) as admoestações de Paulo para esses líderes em Atos 20:17:38. Paulo apresenta o exemplo de sua própria vida e ministério, para demonstrar como eles devem servir a Cristo. Ele apresenta tópicos vitais como humildade, consagração e perseverança, e fornece detalhes sobre a natureza das responsabilidades dadas por Deus.

Em adição a essas reuniões com os anciões (líderes de igrejas responsáveis por alimentar suas ovelhas e pelo exercício da supervisão espiritual), Paulo também escreve, para Timóteo e Tito, cartas que são comumente referidas como Epístolas Pastorais. Essas cartas são repletas de todos os tipos de instruções sobre como esses dois jovens ministros devem realizar suas atribuições espirituais. Paulo encoraja Timóteo e Tito a desempenhar seus deveres com humildade, ousadia, perseverança e sabedoria. Em essência, as epístolas pastorais representam um treinamento de líderes em forma de carta.

Com os anos, tenho ouvido pessoas se referirem a doutrina de uma forma muito negativa (por exemplo, “Não queremos nenhum tipo de doutrina aqui”). Da mesma forma, tenho ouvido pessoas falarem depreciativamente sobre teologia. A verdade quanto a isso é que tais termos (doutrina e teologia) não são por si só problemáticos. O que é ruim é uma doutrina ruim e uma teologia ruim. Do mesmo modo, o treinamento de líderes deve ser julgado por seu conteúdo. Eu também não quero um treinamento de líderes ruim! Porém, feito com excelência, doutrina, teologia e liderança são ferramentas vitais e essenciais.

Onde isso nos leva?

Talvez, alguns já devem ter ouvido a respeito de treinamentos que descartam princípios bíblicos e negam a importância da oração e da confiança no Espírito Santo. Eu também teria problemas com esse tipo de ensinamento. No entanto, devemos jogar fora a água do banho com o bebê junto? Infelizmente, aqueles que pensam nos termos “tudo ou nada” possuem tal tendência.

É claro que devemos ter discernimento. No meu treinamento ministerial, eu aprendi cedo a “comer o feno e cuspir as varas”. Se o conteúdo do treinamento for bíblico, promover o Cristianismo, expor os princípios das Escrituras e equipar pastores e outros a liderar mais eficazmente e com maior sabedoria, eu estou dentro. Líderes necessitam de toda a ajuda que eles puderem conseguir à medida que guiam suas congregações e promovem o crescimento espiritual dos crentes em tempos desafiadores.[/vc_column_text][image_separator][vc_column_text]Este artigo foi traduzido por Gabriella Kashiwakura.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Self-Awareness

What trait in your own life has been the greatest challenge to you in your ministry? How did you recognize it, and what did you do to overcome it or compensate for it so that it did not adversely affect your church and ministry (or minimized the effect)?

God’s Love and a Little Girl’s Mandolin

In a day when mega-churches with multiple campuses receive so much attention, it is important to always remember that God doesn’t just care about numbers, statistics, and masses of people; he cares about individuals. It is vital that we never forget the importance of one soul, of one person. We love the m-word: multiplication. We love another m-word: multitudes. All this is good, but it is not good if, in the process, we forget the value of the individual, of every person. … read more

What If I’m Not a Christian Superstar? by Greg Mohr

Many churches are famous for recognizing and platforming the super-gifted and talented members of the body. Those talented musicians, singers, or artists who can bring immediate benefit to the ministry of the local church seem to receive an inordinate amount of attention and respect by church leaders compared to the average, everyday faithful member of the church. … read more

It All Depends: Changing the Picture You Fit Into by Marvin Yoder

Having the life and ministry God wants us to have is not totally up to God; it is dependent or contingent upon our response to His will. Sometimes God tells people things they don’t feel they can do or accomplish. Perhaps they looked at themselves, their surroundings, and their resources and concluded they don’t have what it takes to do what they heard God say. And if that is all they looked at, they may be correct! … read more

Is Leadership Teaching Scriptural?

We see Paul conducting a leadership meeting in a “retreat” venue in nearby Miletus with the elders from the church in Ephesus. In Acts 20:17-38, Paul presents the example of his own life and ministry to demonstrate how they are to serve Christ. He presents such vital topics as humility, consecration, perseverance, and doctrinal content, and he provides details about the serious nature of their God-given responsibilities. … read more

Cristianismo Biscoito da Sorte

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Cristianismo Biscoito da Sorte
Tony Cooke

Fortune Cookie ChristianityTenho certeza que você já comeu alguma vez em um daqueles restaurantes chineses, em que o garçom serve biscoito da sorte após a refeição. Não creio que muitas pessoas levem tais mensagens a sério, mas as pessoas gostam de quebrar o biscoito para ver o que ele diz. Ocasionalmente, um biscoito da sorte pode entregar mensagens engraçadas, como:

  • Dentro de cada idoso, há um jovem se perguntando o que aconteceu.
  • Já era hora de sair desse biscoito.
  • Em boca fechada, não entra mosca.
  • Não posso ajudá-lo pois sou apenas um biscoito.

Geralmente, no entanto, as mensagens nesses biscoitos da sorte se resumem a declarações de senso comum sobre a vida ou a afirmações ou previsões vagas e positivas. Por exemplo:

  • Um sorriso é seu passaporte para o coração dos outros.
  • Um sonho seu irá se realizar.
  • Seja paciente; coisas boas levam tempo.
  • A riqueza te encontrará em breve.
  • Você superará obstáculos para alcançar o sucesso.

Em alguma medida, parece que todos querem ouvir que tudo irá bem e que elas conseguirão obter o que querem. Em outras palavras, todos desejam esperança, confirmação e encorajamento; e isso é entendível. Eu gosto de pensar que as pessoas praticamente desconsideram o que está escrito nos biscoitos da sorte, se não o desdenham completamente. Cristãos, no entanto, levam a Bíblia a sério. Quando vemos uma promessa de Deus na Bíblia, nossos corações podem palpitar, e, quando lemos algo nas Escrituras que nos encoraja, podemos extrair grande força disso. Portanto, qual é a diferença entre a “sorte” contida nesses biscoitos e um verso das Escrituras? Penso que tal diferença pode ser resumida na simples frase: “Considere a fonte”.

Não seria necessário dizer que um cristão não deveria ler a Bíblia da forma que uma pessoa supersticiosa lê um biscoito da sorte. Tais mensagens tipicamente dizem coisas que as pessoas querem ouvir, mas a Bíblia nos diz o que precisamos ouvir. Não sou contra um cristão ler e ser inspirado por um versículo em particular – isso pode ser uma boa fonte de encorajamento.

O Espírito Santo certamente pode colocar algum versículo específico em nossos corações, e eu sei que Ele frequentemente faz isso, mas toda nossa vida espiritual não pode ser baseada em versos isolados e aleatórios. De acordo com Jesus, devemos viver “de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4). Isso significa que discípulos compromissados lerão e estudarão as Escrituras de forma compreensiva e no contexto.

Um proeminente site da Bíblia reportou que, em 2018, o verso mais popular, com base em mais de dois bilhões de visualizações, foi Jeremias 29:11 (NVI), que diz, “’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro’”. [1]

Certamente essa é uma boa declaração. Eu a vejo como encorajadora e, provavelmente, você também a vê assim. Não pretendo desencorajar ninguém nem extinguir a esperança que uma pessoa pode encontrar em um versículo como esse; porém, em algum momento, é importante que as pessoas leiam o contexto completo que cerca determinado verso. Em outras palavras, qual é a história completa?

Jeremias, que foi quem escreveu tais palavras, estava tentando (sem sucesso) fazer com que Israel se arrependesse de seus pecados. A nação estava começando a ser julgada, e os Babilônios já haviam saqueado algumas riquezas de Jerusalém e levado alguns para o cativeiro, incluindo o rei Jeoaquim. Havia um falso profeta chamado Hananias, que estava dando uma previsão muito otimista ao povo de Jerusalém. Ele falava ao povo que as coisas terminariam bem e que toda as suas riquezas e pessoas levadas ao exílio retornariam em breve.

Jeremias, ao contrário, disse ao povo que, por causa de sua persistente falta de arrependimento, o cativeiro continuaria por setenta anos. Eles não experimentariam liberdade tão cedo, e aqueles levados cativos para Babilônia deveriam se estabelecer, ter filhos, etc. Abaixo, está um contexto mais completo em torno do que está escrito em Jeremias 29:11.

Jeremias 29:7, 10-14 (KJA)
Dedicai-vos à busca da prosperidade da cidade, para onde vos deportei, e orai a Yahweh em favor dela; porque o progresso dela será a vossa prosperidade. Assim diz Yahweh: “Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, Eu cumprirei a minha promessa a vosso favor, de trazer-vos de volta para este exato lugar. Porquanto somente Eu conheço os planos que determinei a vosso respeito!”, declara Yahweh, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dor e prejuízo, planos para dar-vos esperança e um futuro melhor. Então me invocareis e chegareis a mim para orar, e Eu vos darei toda a atenção Vós me buscareis e me encontrareis, quando me buscardes de todo coração. Eu me deixarei ser encontrado por vós”, assevera o SENHOR, “e os conduzirei de volta do cativeiro, restaurando a vossa sorte. Então eu mesmo os reunirei de todas as partes da terra para onde eu os dispersei e os repatriarei para o lugar de onde os deportei”, afirma o SENHOR.  

Se eu ler Jeremias 29:11 de forma superficial, da mesma forma que as pessoas leem os biscoitos da sorte, talvez, eu fique com a impressão de que “porque Deus me ama, eu terei um bom dia hoje!” No entanto, quando os destinatários originais de Jeremias 29:11 leram a mensagem em seu contexto completo, eles provavelmente disseram: “Seremos levados cativos por setenta anos, mas, eventualmente, veremos Deus nos restaurar à nossa pátria”. Tais interpretações são bem diferentes, não acha?

Preocupa-me que muitas pessoas, atualmente, tratem as Escrituras como se Sua única finalidade fosse a de promover encorajamento e motivação; a Bíblia é lida em busca de sucesso, mas não de santificação. Certamente, devemos buscar esperança e encorajamento na leitura das Escrituras; porém, se tudo que procuramos é um rápido impulso motivacional, perderemos muito do que Deus quer nos comunicar. Considere o que as Escrituras são realmente destinadas a realizar em nossas vidas:

2 Timóteo 3:16-17 (KJA)
Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para repreender o mal, para corrigir os erros e para ensinar a maneira certa de viver; a fim de que todo homem de Deus tenha capacidade e pleno preparo para realizar todas as boas ações.

Note que toda a Escritura (não apenas versículos isolados) é proveitosa para:

  • Doutrina: é o que precisamos aprender e no que precisamos acreditar. Verdade.
  • Repreensão: Convicção do pecado, revelação do erro e repreensão daqueles que estão em pecado.
  • Correção: Significa “endireitar-se novamente”.
  • Instrução da maneira correta de viver: Refere-se à maneira como os pais treinariam uma criança.

Devemos ler as Escrituras da forma como Deus quer que leiamos inteiramente Sua Palavra e não da forma como alguém lê um biscoito da sorte! Não apenas devemos ler o Novo Testamento, como o Antigo Testamento também possui grandes benefícios para todos nós. Algumas pessoas desdenham o Antigo Testamento, mas Paulo escreve:

1 Coríntios 10:6-11 (NTLH)
Tudo isso aconteceu a fim de nos servir de exemplo, para nós não querermos coisas más como eles quiseram, nem adorarmos ídolos, como alguns deles adoraram. Como dizem as Escrituras Sagradas: “O povo sentou-se para comer e beber e se levantou para se divertir”. Não devemos cometer imoralidade sexual, como alguns deles fizeram. E, porque eles fizeram isso, vinte e três mil deles caíram mortos num dia só. Não devemos pôr à prova a paciência de Cristo, como alguns deles fizeram, e por isso foram mortos pelas cobras. Vocês não devem se queixar, como fizeram alguns deles, e por isso foram destruídos pelo Anjo da Morte. Tudo isso aconteceu com os nossos antepassados a fim de servir de exemplo para os outros, e aquelas coisas foram escritas a fim de servirem de aviso para nós. Pois estamos vivendo no fim dos tempos.

Abaixo, estão algumas declarações excelentes. Se as aplicarmos, leremos as Escrituras da forma como Deus deseja:

“Aplique-se totalmente às Escrituras e aplique as Escrituras totalmente a si mesmo.” (Johann A. Bengel)

“Nada menos que a Bíblia inteira pode fazer um cristão completo.” (A. W. Tozer)

“Estudo a Bíblia da mesma forma que colho maçãs. Primeiro, eu balanço a árvore para que os frutos mais maduros caiam. Depois, eu agito cada membro e, após isso, cada ramo e cada galho. Em seguida, olho debaixo de cada folha.” (Martin Luther)

“Devemos permitir que a Palavra de Deus nos confronte, perturbe nossa segurança, mine nossa complacência e derrube nossos padrões de pensamento e de comportamento.” (John Stott)

“A cada 100 cristãos, 99 apenas brincam de estudar a Bíblia; portanto, a cada 100 cristãos, 99 são meros fracotes, enquanto poderiam ser gigantes. (R. A. Torrey)

Deus te abençoa enquanto você se aprofunda na Palavra de Deus, lendo de forma abrangente, completa e aprofundada.[/vc_column_text][image_separator][vc_column_text][1]  https://www.biblegateway.com/year-in-review/2018/[/vc_column_text][vc_column_text]Este artigo foi traduzido por Gabriella Kashiwakura.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Best and Worst Traits

If there is one trait you love seeing in a staff member or volunteer, what is it? Similarly, what is one trait you feel is especially problematic in a staff member or volunteer?

Apreciando o Mover Sutil do Espírito Santo

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Apreciando o Mover Sutil do Espírito Santo
Tony Cooke

The Subtle Workings of the Holy SpiritAo escrever esse texto, acabo de concluir o lançamento inaugural do nosso novo seminário, Milagres e Sobrenatural Ao Longo da História da Igreja. Fiquei muito satisfeito com a forma como esse seminário foi realizado, e sua carga de estudo foi uma das mais enriquecedora que eu já fiz. O foco do seminário foi o mover do Espírito Santo ao longo dos últimos 2000 anos, para confirmar a pregação do Evangelho e para edificar a Igreja.

Seguem algumas declarações de alguns dos primeiros pais da Igreja:

  • Justin Martyr (100-165) escreveu: “Os dons proféticos permanecem conosco até o tempo presente” e “é possível ver, em nosso meio, mulheres e homens que possuem os dons do Espírito Santo”.
  • Após mencionar diversos dos mesmos dons do Espírito aos quais Paulo se refere em 1 Coríntios 12, Hilary de Poitiers (310-367) declarou, “Em todos esses dons, a presença do Espírito é manifesta com efeitos concretos. Se os dons são eficazes e benéficos; então, façamos uso de tais dons generosos. Estamos inundados com os dons do Espírito”.
  • Basil de Cesaréia (329-379) disse, “O Espírito está presente na profecia, na cura e em outras manifestações maravilhosas; e todas ainda podem ser encontradas em nosso meio”.
  • Após declarar que, “Até hoje, portanto, muitos milagres continuam a operar”, Augustino (354-430) escreveu, “Eu não consigo recordar todos os milagres que eu vi; e, sem dúvidas, muitos dos nossos adeptos, quando lerem o que eu tenho narrado, lamentarão o fato de eu ter omitido muitos que eles, assim como eu, certamente sabem”.

Ao longo da História da Igreja, o Espírito Santo tem se manifestado para curar, para abençoar, para libertar e para encher de poder. Da mesma forma que é maravilhoso ler a respeito dos “sinais notáveis” de Deus (Atos 4:16), também é importante reconhecer e apreciar o total espectro do mover do Espírito Santo, incluindo sua forma mais sutil de se mover.

Por exemplo, com relação à orientação divina, Kenneth Hagin disse: “A testemunha interior é tão sobrenatural quanto a orientação por meio das visões; somente não é tão espetacular. Muitas pessoas procuram pelo espetacular e se esquecem que o sobrenatural está ali o tempo todo”.

Há muitas manifestações do Espírito que não são classificadas como “miraculosas” por si só, mas elas também são operações do Espírito Santo. Considere a importância do seguinte:

  • Convicção do pecado que facilita o arrependimento
  • O Novo Nascimento
  • Garantia (O Espírito testemunha com nossos espíritos)
  • Iluminação (O Espírito despertando nossa compreensão a respeito das Escrituras)
  • O preenchimento do Espírito Santo
  • Delegação de autoridade para o serviço
  • Ousadia
  • Consolo divino, Paz
  • Orientação Divina
  • Formação de Caráter (o fruto do Espírito, etc)
  • Compaixão, Misericórdia, etc. (Romanos 5:5)

Ao invés de ter total apreciação pelo compreensivo trabalho do Espírito, os discípulos tenderam a se focar em aspectos mais sobrenaturais. Por exemplo, eles ficaram admirados com o fato dos demônios estarem sujeitos a eles ao usar o nome de Jesus. O Senhor reforçou que a autoridade pertencia a eles, mas falou: “Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus” (Lucas 10:20).

Devemos ficar agradecidos por tudo que Deus faz; no entanto, algumas vezes, nos esquecemos do que Jesus disse para não esquecermos—que somos perdoados, purificados e aceitos. Não deveria haver algo que nos deixasse mais animados do que isso. Talvez, anjos regozijem quando alguém é curado, aqui, na Terra, mas sabemos, com certeza, que eles regozijam quando alguém nasce de novo! Jesus declarou: “Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7).

Johann Blumehardt, um ministro alemão que defendeu a cura divina nos anos 80, fez a seguinte observação a respeito dos milagres:

Jesus não gostou quando as pessoas ficavam em polvorosa com relação a seus milagres. Ele sempre possuía algo em mente para além dos próprios milagres. Quando Jesus realizava um milagre, o que importava mais a Ele era que isso pudesse despertar um profundo sentimento piedoso. Seus atos de misericórdia eram algo maior—algo que ia além do aspecto temporal. Ele tocava a pessoa interiormente. Todas Suas palavras e ações iam direto de Seu coração e tocavam os corações das pessoas, que, em troca, evocavam louvores e glórias a Deus. Em suma, Sua mão poderosa e cheia de cura tornou visível a todos a glória e o amor de Deus.

Quando leio as palavras de Blumehardt, sou lembrado de que Jesus não realizou aleatoriamente obras poderosas para fascinar ou entreter pessoas. Jesus fez o que fez para glorificar a Deus, para validar a veracidade de sua mensagem e para demonstrar a compaixão de Deus. Milagres, para Jesus, nunca eram um fim em si mesmos. Ao invés disso, eram um meio para um fim.

O propósito de seus ensinamentos não era o de tomar o lugar do Espírito Santo no ministério de cura. Curar os enfermos era algo precioso para o coração de Jesus, e Ele inclusive chamou isso de “pão dos filhos” (Marcos 7:27). Ao contrário, defendo que todo o trabalho do Espírito Santo deve ser honrado e apreciado. O Espírito Santo está envolvido com a cura e com muito mais que isso. O ministério de alguém não é menos importante simplesmente porque não é um ministério de “sinais e maravilhas”.

Considere o que as pessoas que eram familiarizadas com o ministério de João Batista disseram dele: “João não fez nenhum milagre”; eles comentaram uns com os outros, “mas tudo o que ele disse sobre Jesus é verdade” (João 10:41, NTLH). Apesar de João Batista não ser um milagreiro, considere o que o anjo do Senhor falou sobre João a Zacarias:

Pois para o Senhor Deus ele será um grande homem. Ele não deverá beber vinho nem cerveja. Ele será cheio do Espírito Santo desde o nascimento e levará muitos israelitas ao Senhor, o Deus de Israel. Ele será mandado por Deus como mensageiro e será forte e poderoso como o profeta Elias. Ele fará com que pais e filhos façam as pazes e que os desobedientes voltem a andar no caminho direito. E conseguirá preparar o povo de Israel para a vinda do Senhor (Lucas 1:15-17, NTLH).

Isso é GRANDE PARTE de um ministério capacitado pelo Espírito Santo para alguém que não era um milagreiro.

Ao falarmos sobre apreciar o trabalho do Espírito Santo quando ele faz algo sutil, eu não consigo pensar em uma ilustração melhor do que o que aconteceu com Elias. O profeta estava em um ponto crítico em sua vida. Ele realizou alguns milagres muito poderosos, mas, quando foi ameaçado por Jezebel, ele experimentou um colapso. Temendo pela própria vida, ele escapou para o deserto e se escondeu em uma caverna. Ele se viu isolado e em desespero. Considere a interação de Deus com Elias:

Diante destas palavras, Deus lhe disse: “Sai deste lugar e vá ficar diante de mim no alto do monte!” Então o Senhor passou por ali e mandou um vento muito forte, que fendeu os morros e partiu as rochas em pedaços. Contudo, Yahweh não estava no vento. Quando o vento arrefeceu e parou de soprar, ocorreu um forte terremoto; porém, o Senhor não estava no tremor das terras. Em seguida ao terremoto, caiu um fogo, mas o Senhor também não estava no fogo. E depois do fogo veio um sussurro de brisa suave e tranquila. Assim que Elias percebeu aquele murmúrio, puxou sua capa para proteger o rosto, saiu e postou-se à entrada da caverna. E uma voz lhe indagou: ‘Que fazes aqui, Elias?” (1 Reis 19:11-13, KJA).

Isso não é fascinante? Um homem que havia experimentado todos os tipos de demonstrações do poder de Deus teve um encontro com um vento forte, um terremoto, um fogo e, mesmo assim, Deus não estava em nenhuma dessas manifestações. Ao invés disso, nesse caso, Deus estava em uma voz suave. Talvez, Deus queria ensinar a Elias a não perder o sobrenatural, ao procurar pelo espetacular.

O que é especialmente interessante para mim é que, em momentos diferentes, Deus tem estado em um vento forte (por exemplo, no dia de Pentecostes). Deus também tem se mostrado em forma de terremoto (por exemplo, quando Paulo e Silas foram soltos da prisão). Deus também tem se manifestado por meio do fogo (por exemplo, quando Deus falou com Moisés por meio da sarça ardente). Uma lição poderosa que pode ser tirada disso é que não podemos nos apegar a um tipo especifico de manifestação. Deus pode não se mover sempre da mesma forma, e devemos estar abertos e flexíveis para o trabalhar de Deus de diferentes maneiras em diferentes momentos.

O desejo do meu coração é que nós entremos em uma nova consciência e um novo despertar acerca do mover do Espírito Santo e da manifestação da natureza e da benevolência de Deus. Eu oro para que tenhamos uma profunda apreciação por tudo que Ele faz—desde suave voz, a um ministério de socorros inspirado do Espírito, a ministrações poderosas e a sinais e maravilhas milagrosos.

Precisamos da totalidade do potencial do mover do Espírito em nossas vidas e ministérios. D.L. Moody maravilhosamente escreveu: “Eu creio que é um erro o que muitos de nós está cometendo; estamos tentando realizar a obra de Deus com uma graça que Ele nos deu dez anos atrás. Agora, o que queremos é um novo suprimento, uma nova unção e um novo poder, e, se procurarmos, e procuramos com todo coração, obteremos”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

90 Days of Believing God by Rodney Payne

A genuine faith in God leads you to commit completely to Him. Commitment is a responsibility given to believers by God. Failing to take care of your responsibility cannot be credited to anything or anyone but you. It’s up to you to hear from God by faith. It’s up to you to trust the plan of God, and it’s up to you to handle your responsibility of commitment to God. … read more

The Legacy of Youth Ministry by Dr. Pamela McNeese

The idea of gathering children for religious instruction has deep historical roots, as has been evidenced within the Jewish culture. The Hebrew people were considered nomads and the tribal leaders also were included in the role of pedagogy. History validates that every synagogue was a school and all the children were required to attend the schools on the Sabbath to receive that instruction. … read more

Fortune Cookie Christianity

It should go without saying that a Christian should not read the Bible the way a superstitious person might read a fortune cookie. Messages in cookies typically tell people what they want to hear, but the Bible tells us what we need to hear. I’m absolutely not against a Christian reading and being inspired by a single verse or an inspirational quote—those can be helpful sources of encouragement to us. I am concerned, though, that many people today treat Scripture as though its sole purpose is to provide encouragement and motivation … read more

The Church: Bold in Power and Glorious in Majesty by Lisa Cooke

Proverbs 31:25 in the Passion Translation states, “Bold power and glorious majesty are wrapped around her as she laughs with joy over the latter days.” This verse is part of what is called the Virtuous Woman section of Proverbs 31. But one morning while praying, I saw this in a different light, a new application. I have this verse written on a paper that I’ve attached to the wall in front of where I pray most mornings. … read more

Getting Counsel

How do you, as a pastor, choose who to receive counsel from? What are some examples of where counsel has been really helpful to you, and have there been instances where it was important that you reject certain counsel?

Tirando o “Dis” do Funcional

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Tirando o “Dis” do Funcional
Tony Cooke

Getting the ‘Dys’ Out of Our FunctionDisfuncional tem se tornado uma palavra bem popular em nossa sociedade. Alguns ouvem tal termo e pensam em uma anomalia médica—algum órgão ou parte do corpo não funcionando corretamente. Outros pensam em um contexto familiar pouco saudável em que a confiança e a paz foram gravemente corroídas. Além dessas situações, outras pessoas ouvem a palavra disfuncional e pensam em um contexto governamental ou de negócios em que a comunicação é fraca e a incompetência reina de forma abundante.

Para o propósito desse artigo, simplesmente usarei funcional para descrever situações que ocorrem como deveriam ocorrer, e disfuncional para descrever algo que não acontece da forma prevista. Deus é um Deus que funciona. Em meu livro, Seu Lugar no Time dos Sonhos de Deus, eu compartilho que o Pai planeja, o Filho executa, e o Espírito aperfeiçoa. A Trindade funciona de forma perfeita, pois há um trabalho em equipe, um só propósito e uma unidade perfeita.

Tendo sido criados à imagem de Deus, também fomos criados para funcionar. Deus funciona no contexto do trabalho em equipe (a Trindade), e nós também devemos funcionar da mesma maneira. Em Romanos 12:4 (KJA), está escrito, “Pois, assim como em um corpo, temos muitos membros, e todos os membros não têm a mesma função”. Note que Paulo escreve que nem todos possuem a mesma função. Isso implica dizer que cada cristão possui uma função, mas não a mesma função que outros. Da mesma forma, Romanos 12:5, na versão A Mensagem, expressa que, “Cada um de nós encontra significado e função como parte desse corpo”.

Até que ponto e em que medida Jesus nos vê funcionando? O versículo a seguir revela o quão alto são Seus parâmetros:

JOÃO 14:12
Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai.

Alguns podem achar difícil de acreditar, mas Jesus levava completamente a sério Suas intenções para que a Igreja funcionasse como Ele havia designado. Aliás, defendo que, ao mesmo tempo em que sempre temos espaço para melhorar e expandir, a Igreja vem realizando Suas obras e até obras maiores, desde quando Jesus foi para o Pai. Não posso dizer que temos feito mais em termos da qualidade de tais obras; não sei como poderíamos fazer isso. Entretanto, eu acredito que:

  1. O Corpo de Cristo tem realizado obras maiores que Jesus em termos geográficos.
    Tudo que Jesus fez enquanto estava na Terra estava limitado ao território de Israel. A partir do primeiro século, Seus seguidores têm levado o Evangelho aos confins da Terra.
  1. O Corpo de Cristo tem realizado obras maiores que Jesus em termos numéricos.
    Jesus era Um Homem, e Deus trabalhou de forma poderosa através dEle (Atos 10:38). Quando Ele ascendeu, e partir do momento que ascendeu, milhares de cristãos têm sido ungidos pelo mesmo Espírito Santo para falar sobre a Palavra de Deus e para ministrar Seu amor e Seu poder em suas próprias esferas de influência.
  1. O Corpo de Cristo tem realizado obras maiores que Jesus espiritualmente.
    Pode ser difícil de acreditar, mas tenha em mente que até a ascensão de Cristo (que é a chave para nós fazermos obras maiores) ninguém era nascido de novo ou cheio do Espírito (no sentido do que aconteceu no dia de Pentecostes). Toda vez que alguém nasce de novo ou se torna cheio do Espírito, o Corpo de Cristo passa a fazer algo que Jesus não havia feito enquanto Ele esteve na Terra (apesar do fato dEle ter possibilitado que fizéssemos tais coisas após Sua ascensão).
  1. Em escopo, o Corpo de Cristo tem realizado obras maiores que Jesus.
    Por exemplo, Jesus ministrou a crianças, mas Ele nunca construiu um orfanato nem nunca executou um programa infantil com um currículo minucioso, como diversas igrejas têm feito. Jesus ensinou a Palavra, mas Ele não escrevia livros ou possuía um programa na rádio ou em algum canal de televisão. Ele nunca disponibilizou material para diversas nações via internet. Jesus alimentou alguns milhares de pessoas em certas ocasiões, mas o Corpo de Cristo alimenta milhões de pessoas ao redor do mundo todos os anos.

Qualquer coisa que a Igreja tenha conquistado, foi conquistado pela graça de Deus. Quando eu digo que a Igreja tem feito e está fazendo obras maiores que Jesus, não estou simplesmente sugerindo que a Igreja é superior a Jesus; ao contrário, Jesus nos comissionou a fazer obras maiores que Ele e nos deu o Espírito Santo para nos capacitar nessa tarefa.

Além disso, quando eu digo que a Igreja tem feito obras maiores que Jesus, não estou sugerindo que nós, como cristãos, estamos fazendo tudo que poderíamos ou deveríamos fazer. Certamente, mais pode ser feito, e podemos sempre fazer de forma mais eficiente. Enquanto o aumento da visão e da obediência podem aumentar nossa produtividade, uma outra forma de sermos funcionais é pela identificação e erradicação de nossas disfunções, ou seja, aqueles elementos que estão minando e subvertendo nossa eficiência.

Considere o exemplo de Naamã, o comandante sírio: “E Naamã, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu Senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso ” (2 Reis 5:1).

Note as boas qualidades – ele era um comandante; era honrado e responsável pelas vitórias, ou seja, ele era um homem de valor. Tais qualidades são todas excelentes. No entanto, depois de ler tudo isso, lemos, ao final, as seguintes palavras: “Mas ele era leproso”. Isso estraga tudo.

Sei que estou espiritualizando as coisas aqui, mas quantas vezes esse tipo de coisa tem se repetido nas vidas de pessoas com grande potencial espiritual:

  • Mike era um líder carismático e um pregador popular, mas ele possuía um temperamento ruim (ou, mas ele vivia de maneira imoral, ou mas ele era narcisista).
  • John era um assistente de pastor dedicado e realmente trabalhador, mas ele não se comunicava bem com pessoas.
  • Mary era uma vocalista talentosa e uma poderosa líder de louvor, mas ela se sentia ameaçada por outros.
  • Tim era um dinâmico líder de jovens que amava as crianças, mas ele era desorganizado e não se comunicava bem com outros membros da equipe.

Quando casos assim acontecem, o que Deus intencionou pode rapidamente se deteriorar. Dis é um simples prefixo que significa: anormal, problemático, doente, doloroso, desfavorável, difícil, ruim, debilitado e nocivo. Vejamos dois tipos específicos de disfunções.

Disfunção Intrapessoal

Por intrapessoal, estou me referindo a coisas dentro de um indivíduo. O apóstolo Paulo expressou a preocupação de que ele poderia alterar sua eficiência (se tornando desqualificado) se não mantivesse propósito, disciplina e controle (1 Coríntios 9:24-27). Uma pessoa pode se destacar em certas áreas de sua vida, mas um pequeno problema em seu comportamento pode criar limitações ou, na pior das hipóteses, causar um naufrágio em seu ministério.

É importante se perguntar e verificar se há algum problema em sua vida que o está impedindo de funcionar corretamente. Paulo escreveu, “Testem-se para saber se estão firmes na fé. Não se enganem, pensando que tudo está garantido. Criem o hábito do autoexame… Façam o teste. Se o resultado não for bom, tomem alguma providência” (2 Coríntios 13:5, A Mensagem). Algumas perguntas podem ser feitas a si mesmo:

  • Como está minha atitude?
  • Minha diligência?
  • Minha confiabilidade?
  • Sou pontual?
  • Mantenho minha palavra?
  • Termino o que começo?
  • Eu me ofendo com facilidade?

Estes são apenas alguns pontos que eu preciso verificar quando estou procurando, em minha vida, questões que podem diminuir meu nível pessoal de funcionalidade. D. L. Moody disse, “tenho mais problemas com D. L. Moody que qualquer outro homem que eu conheci”. É importante relembrar que, antes de poder administrar um ministério, eu tenho que ser capaz de me auto administrar (com o auxílio do Espírito Santo, claro).

Disfunção Interpessoal

Além de acontecer internamente e individualmente, a disfunção pode também acontecer de forma relacional. Quantas vezes times funcionam em uma capacidade bem inferior a seus potenciais por causa de problemas de comunicação, de confiança e por causa da falta de objetivos compartilhados? Uma das maiores satisfações em minhas viagens é ver grandes times estabelecendo um bom compasso em seus trabalhos para Deus. Eles subjugaram suas agendas pessoais e individualistas e procuram o bem de toda congregação. Eles se esforçam para se destacar em áreas individuais, mas celebram as vitórias de outros departamentos também. Eles se comunicam bem e aprenderam a resolver qualquer tipo de conflito com honestidade e respeito.

Bons times progrediram na implementação do que Paulo ensinou em Efésios 4:2-3 (NTLH): “Sejam sempre humildes, bem-educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor. Façam tudo para conservar, por meio da paz que une vocês, a união que o Espírito dá”. A versão “A Mensagem” traz, no verso 3, “dedicando-se uns aos outros com amor, considerando as diferenças entre vocês, sempre resolvendo logo tudo e qualquer desentendimento”. Em casos extremos, quando uma pessoa é incapaz ou não está disposta a se adaptar ao ambiente, outros princípios entram em jogo. Provérbios 22:10 (A Mensagem) nos instrui, “Mande embora quem gosta de confusão e as coisas se acalmarão; isso vai pôr um fim nas brigas e insultos”.

Deus quer que funcionemos de forma eficaz! Há muito a ser feito em termos de evangelismo e da edificação da Igreja. Que Deus nos ajude a erradicar tanto a disfunção pessoal quanto a interpessoal, para que possamos servir ao Mestre de uma forma que Lhe seja digna.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

This Generation! Every Nation? by Matt Beemer

Is it possible that our generation will finally be the generation that brings completion to the Great Commission? If we commit to key strategic choices, we can, and we will! “We can if we want to!” That was the conclusion five William College students came too as they sheltered under the cover of a haystack in the middle a Western Massachusetts farm. It was the summer of 1806 and as they were praying, they were caught in a sudden downpour. … read more

A Prayer for the New Year by Lisa Cooke

A prayer is forming in my heart as I begin to look at this New Year now upon us. A prayer for the people of God, that they would experience in growing measure the privilege of living “full lives, full in the fullness of God (Ephesians 3:19 The Message Bible).” Many of us will put the desire to grow closer to God on our New Year’s Resolutions list, for we feel His Father’s heart longing for our hearts to be completely His. … read more

Appreciating the Subtle Workings of the Holy Spirit

All through church history, the Holy Spirit has manifested himself to heal, bless, deliver, and empower. As wonderful as it is to learn about the “notable works” of God (Acts 4:16), it is also important to recognize and appreciate the full spectrum of the Holy Spirit’s activities, including his more subtle activity. Instead of having a broad appreciation for God’s comprehensive work, the disciples tended to focus on a more spectacular aspect. For example, they were exuberant that demons were subject to them when they used the name of Jesus. … read more

Bouncing Back

I’d love to learn what other pastors have done in recovering from a misstep? Would you share (1) a mistake you made in pastoring, and (2) what you did to recover from that mistake?